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Cilene Chalita – Europa
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Idade / Profissão:
51 anos / ---
Período de Viagem:
setembro/2010
Estadia:
20 dias – Turismo
Fiquei 20 dias e visitei 4 países - França : Paris; Suiça: Zurique, Berna, Interlaken (monte Jungfraujoh) e Engelberg ( monte Tittlis) - onde a neve é constante o ano todo; Bélgica: Bruges, Bruxelas; Holanda: Amsterdã, Edan, Marken, Voledan, Delft.
As viagens inter-países foram de trem, maraaavilha, fantástica, paisagens de filme, indescritível, amei a experiência by train.
Viajo sempre com um grupo de amigos ou com a família. Acredito que viajar é um dos melhores investimentos em você mesmo...
Não tive oportunidade de fazer intercâmbio enquanto estudante, mas assim que terminei a faculdade e comecei trabalhar fiz um propósito de sempre que pudesse conheceria esse Brasil(zão) e visitaria outros países, viagens como turista, mas enfim, felizmente tenho conhecido lugares lindos e feito viagens incríveis.
Mesmo poucos dias em cada cidade/país sempre temos o que aprender, como por exemplo, valorizar algumas coisas da nossa realidade e por outro lado, descobrirmos outros pontos que somos deficientes, mas sempre é uma experiência enriquecedora e que vale a pena!
Nesse contexto "viagem", outro idioma, principalmente o inglês, quer queira ou não, está sempre presente e facilita muito a comunicação, além de lhe permitir independência para explorar os lugares sem a obrigatoriedade de viajar nos modelos "engessados" das excursões com guias (nada contra!).
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Caroline Teodori – Estados Unidos
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Idade / Profissão:
tinha 20 anos quando foi / Hoje é nossa professora de Inglês
Período de Viagem:
janeiro/2008 a dezembro/2010
Estadia:
New York City, NY; Westfield, NJ e Stamford, CT
Eu morei nos EUA por 3 anos. Nesses 3 anos eu morei em New York City, NY; Westfield, NJ e Stamford, CT. Inicialmente eu fui com um programa de intercâmbio (Au Pair) e depois eu mudei meu visto para estudante. Foi uma experiência maravilhosa que eu vou levar para o resto de minha vida. Os amigos e as lembranças tornaram minha viagem inesquecível. Aprender mais sobre a cultura americana me fez gostar ainda mais da língua. Hoje eu me sinto honrada de poder dividir minha experiência com meus alunos e encorajá-los a fazer o mesmo que eu fiz.”
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Leticia Bossonario - Canadá
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Idade / Profissão:
24 anos / Estudante
Período de Viagem:
Dezembro de 2006
Estadia:
Vancouver – Canadá
Agendei uma reunião com a professora Érika e ela me apresentou os diversos programas oferecidos. Precisava de algo que durasse apenas um mês, mas que fosse proveitoso, já que o investimento é alto.
E foi através dela que conheci a Connection Line. Ligava praticamente todos os dias para tirar dúvidas, escolher escolas que tivessem poucos brasileiros e também decidir o melhor programa. Mesmo já no Canadá cheguei a ligar para São Paulo na tentativa de alterar minha data de retorno e passar mais alguns dias em Toronto.
Embarquei em 01/12/2006 para as melhores férias da minha vida. Minha surpresa foi quando cheguei em Vancouver, estava tão empolgada com a viagem que nem me preocupei se falava certo ou errado, simplesmente falava, e as pessoas passaram a elogiar meu inglês.
Na escola, havia muitos estudantes asiáticos e latinos (principalmente brasileiros e mexicanos), mas encontrei uma turma boa que mesmo quando saíamos sem estrangeiros no grupo, falávamos apenas em inglês, afinal, estávamos lá para isso.
A primeira família que fiquei era ótima, mas a escola por um erro mandou mais dois brasileiros que não falavam nada de inglês para a mesma casa, então pedi para mudar. O coordenador da escola me colocou com uma outra mulher divorciada (Ziva), natural de Israel, mas residente no Canadá há muitos anos. Foi ótimo, além da cultura canadense acabei aprendendo várias coisas da cultura judaica e participando de festas nas casas das amigas dela que também recebiam estudantes.
Fiz todos os passeios oferecidos pela escola e também outros dos quais fiquei sabendo através da minha homestay e de amigos com quem conversei aqui antes de partir. Vancouver, Banff, Rock Mountain, entre outros. Todos lugares fantásticos, com paisagens lindas (era inverno) e boates totalmente loucas, baladas bem diferentes das daqui. Também fiz snowboard e foi demais descer Gross Mountain à noite. Tudo foi bom, até mesmo o ano novo que por atraso nosso passamos no skytrain.
Fiquei impressionada com a ausência de preconceito de qualquer espécie nas pessoas daquele, e mesmo uma ou outra que tinha, mas sabia conviver com a diferença e tratar com cortesia os que julgavam diferentes.
Quanto ao inglês, os canadenses têm um jeito muito claro de falar e paciência necessária para ajudar os estrangeiros. O fato de ter aulas lá é diferente do daqui porque absolutamente tudo é em inglês, não há como você usar desculpas e perguntar em português, você tem que se virar. E o fato de ficar o dia todo falando o idioma, ajuda muito até mesmo a perder a inibição. Agora, se puderem, fiquem mais, um mês é muito pouco.
Mas sem dúvida, a melhor parte da viagem foi saber a história de cada pessoa que conheci, descobrir coisas sobre as diferentes culturas do mundo; entender a contagem de idade dos coreanos, porquê para as mexicanas o fato de beijar alguém é mais comprometedor que para as brasileiras, porquê a caipirinha e o brigadeiro fazem tanto sucesso lá fora, porquê é bom saber conviver com as diferenças e se adaptar; entre milhares de outras coisas. Claro que as paisagens, os passeios, as aulas são ótimas, mas a melhor coisa da viagem, sem dúvida, é a cultura e as pessoas que conhecemos.
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Victor Hugo - Canadá
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Idade / Profissão:
25 anos / Administrador de Empresas
Período de Viagem:
Março de 2007 a Setembro de 2007
Estadia:
Vancouver, Fairmont Hot Springs e Toronto – Canadá
Quando cheguei ao Canadá passei pela imigração tranquilamente, mostrando alguns documentos e comprovantes, tudo já preparado pela agência. Mas se eu precisasse de ajuda, poderia pedir para uma pessoa que fala espanhol e fala um pouco de português. Foi o caso de uma pessoa que estava na minha frente. No Canadá a locomoção é muito fácil, tudo bem sinalizado e as pessoas sempre estão dispostas a te ajudar.
A Connection Line teve bastante importância também nos preparativos da viagem. Eles fizeram praticamente todos os processos para o pedido do meu visto e me deram todas as orientações. Confesso que foi muito tranquilo. No começo achei que ia ser difícil, mas acho que estava enganado.
Primeiramente fiquei em Vancouver onde estudei por 6 semanas, fiquei em homestay. Depois fui para Fairmont Hot Springs, onde trabalhei em um hotel por 4 meses e tive grandes momentos. Acredito que tenha sido uma oportunidade única, uma grande experiência, pois convivi com pessoas muito legais e pude aprender muito sobre a cultura de lá. Aí fui para Toronto, onde fiquei 2 meses.
É uma cidade fantástica, com muitas atividades legais sempre. Atividades essas de acesso para todos. Há muitos lugares para conhecer e se divertir, o que faz com que o tempo passe rápido e que tudo seja muito prazeroso.
Logo, o que posso passar é que foi tudo muito legal. Essa experiência eu recomendo para todos aqueles que tenham vontade de não só aprimorar o idioma, mas também se divertir e aprender muito culturalmente.
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Débora Lorenzi Ganino
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Idade / Profissão:
30 anos / Admistradora de Empresas
Período de Viagem:
Julho de 2007
Estadia:
Vancouver - Canadá
"Decidi viajar para Vancouver devido ao preço mais acessível, em relação a qualquer outra cidade de outro país. Além disso, Vancouver é considerada hoje a terceira melhor cidade do mundo para se viver.
Fechei o pacote com a Connection em dezembro de 2006. Desde então, recebi todo o suporte necessário para uma viagem tranquila e perfeita, como foi. Recebi dicas desde como escolher a melhor escola até como as melhores roupas para se levar. Já viu como é passageiro de primeira viagem internacional, né?!
Todas as dicas são bem vindas, afinal, tudo é diferente daqui. Mesmo sendo verão lá, passei muito frio. Frio este que foi aquecido com as lindas paisagens de todas as cidades do Canadá que visitei e também com a atenção de todos os canadenses. Eu não esperava que eles fossem tão gentis.
O pessoal da escola foi super atencioso comigo quando precisei deles, isso é de extrema importância quando estamos longe de casa.
Definitivamente foram as melhores férias que tive na vida. Além das aulas, as amizades e a exposição com o cotidiano de um outro país são fundamentais para o sucesso do estudo no exterior. Só não vale ter medo de falar e ter contato com brasileiros.
Nunca foi tão prazeroso estudar inglês. O contato diário com a língua nos incentiva a querer entender mais. Se eu pudesse, com certeza faria um curso de mais tempo. Paguei alguns micos em alguns lugares por não entender o que as pessoas estavam falando, mas creio que este seja o melhor meio de aprendizado, se expondo, sem medo!
O melhor de tudo foi ter vencido o medo de chegar lá e não saber se comunicar. Vale a pena ralar de estudar aqui antes de embarcar nesta experiência internacional. E, para as pessoas que têm interesse em fazer uma viagem como esta, digo: não tem dinheiro que pague o que você vai viver lá. Guarde grana para entrar nesta aventura cultural. Posso garantir que você não vai se arrepender, pelo contrário, chegará ao Brasil se programando para as próximas férias."
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